Daltonismo: a vida com cores trocadas

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Uma das coisas mais belas da vida é poder apreciar as cores de um arco-íris que se forma no horizonte depois da chuva. Isso pode até parecer simples, natural, mas 5% da população mundial não consegue distinguir as cores desse espetáculo da natureza. Estamos falando das pessoas daltônicas.

Esse distúrbio da visão, também conhecido como discromatopsia, é motivado por uma alteração genética que limita a capacidade da retina de distinguir as cores, especialmente a vermelha, a verde e a azul.

Mesmo que o daltonismo não tenha cura, ele não é considerado uma doença e nem afeta a vida social. É completamente possível conviver com algumas das limitações impostas por ele. Fazer combinações estranhas de roupas ou usar meias com cores diferentes são coisas normais na rotina de um daltônico, o que não compromete em nada sua qualidade de vida. Mas, há algumas profissões que um daltônico não pode exercer, como aquelas relacionadas ao exército, à pilotagem de avião ou motorista profissional, já que elas necessitam de uma visão mais aguçada.

Contudo, há um tipo mais grave de daltonismo: aquele em que a pessoa só enxerga em preto e branco. Neste caso, o departamento de trânsito não concede a licença para dirigir. Segundo a própria CET, só na região metropolitana de São Paulo estima-se que 10% dos homens e 0,5% das mulheres sejam daltônicos. Entre os daltônicos, 75% têm dificuldade com a cor verde, 24% com a cor vermelha e 1% com a azul.

Eu sou daltônico?

O daltonismo é uma alteração genética relacionada ao cromossomo X e é bem mais comum em homens do que em mulheres. Outra peculiaridade é que a alteração costuma atingir gerações alternadas de uma mesma família.

Os sintomas podem ser tão leves que algumas pessoas demoram a perceber que são daltônicas. É comum os pais notarem o daltonismo somente quando a criança está aprendendo a diferenciar as cores.

Se você desconfia que alguém na família é daltônica, existe um teste simples chamado Ishihara. Ele consiste em uma cartela com pequenas bolas coloridas, em geral verdes e vermelhas, formando números no centro da figura. Se a pessoa consegue enxergar o número no centro, não é daltônica. Se não enxergar, é recomendado procurar um oftalmologista.

Em compensação…

Para distinguir as nuances, os daltônicos acabam desenvolvendo uma capacidade maior de contraste da visão, onde o claro e o escuro ficam mais evidenciados.

Além disso, a mutação genética que provoca o daltonismo confere ao seu portador algumas vantagens, como por exemplo uma visão noturna bem mais apurada e uma maior capacidade de reconhecer elementos semiocultos que passariam despercebidos para quem não é daltônico.

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